19.3.08

Sonhos...

Sonho com o dia que eu vou chegar em casa e não vai ter mais nada pra arrumar!
Sonho..

17.3.08

Pensei em esse domingo falar sobre domingos, na verdade, hoje já é segunda mas ainda tah com muita cara de primeiro dia da semana, pra mim o dia só muda quando eu durmo mais de 4 hrs. Às vezes eu penso que morando só, os domingos tem muito mais cara de domingos e não importa quantas cervejas vc beba, ou quantos amigos visite... Nada!! Nada importa... a melancolia deve estar no cheiro desse dia ou na cor. Talvez mais na cor, por que a luz conseguiria melhor que qualquer outro artificio passa por toda a terra em 24hrs.

O final esperado é uma solução sensacional de rebatedores cor de rosa no céu... decepciono o leitor dizendo que depois de pensar tudo isso não mudei se quer a cor da cortina da minha casa e que o por-do-sol hoje foi um dos mais bonitos que vi na cidade que deve ter um dos céus mais bonitos do mundo todo. Acho que hoje não teria disposição suficiente pra fazer isso, e amanha.. bom amanha ainda vai faltar tanto tempo pra chegar o proximo domingo...

21.2.08

Frango Atropelado

Na mesa da pequena cozinha da casa de Lulu, senta-se ela e a irmão de um lado, e de frente pra Lulu ficam seu pai e sua mãe. Na hora do almoço eles costumam comer arroz, feijão, uma saladinha e algum tipo de carne, que sua mãe diz que é pra dá sustância.

Enquanto comiam esta tarde sua mãe disse: tira o cotovelo da mesa minha filha. Lulu que já não gosta muito de falar baixou os cotovelos e continuou a comer bem rápido, bem rápido bem rápido. Quando perguntam a ela pq q ela come tão de pressa ela inventa aula, inventa dever de casa, visita a uma amiga, até shopping, e quando não lhe ocorre nada ela fala que é pra comida não esfriar. Sua mãe é quem sempre pergunta, todos os dias como todas as mães fazem. Lulu pensa em começar a comer bem menos, pra se livrar dessa irritante pergunta.

Mas essa pergunta se irrita, não tira fome, o que já é muito bom. Seus pais, entre uma garfada e outra costumam conversar sobre as intempéries do dia, querem atualizá-las de tudo: os últimos atestados de óbito, os vulcões que entraram em erupção e mataram quase uma população de uma cidade inteira, ou qualquer ataque terrorista em uma terra longínqua que eles se quer sabem onde fica no mapa. Às vezes Lulu pensa que seus pais se sentem mal com o silencio, e querem falar qualquer coisa, não sabe exatamente por que esses são os assuntos mais correntes. Ela só acha que não combinem com o almoço porque dão um nó no seu estômago e acabam com qualquer apetite, quando ela não sente vontade de vomitar.

Ontem, para não ouvir o que a mãe dizia e não estragar o almoço ficou observando-a comer, enchendo a boca e engolindo sem sentir gosto na comida, nem mastigar. Freneticamente.

19.2.08

tic-tac tic-tac tiiiiiic-taaac.



Dalí.

Amenidades à vontade

O primeiro post destina-se a explicar a que veio. Veio sem pressa, assim, como quem não quer nada. Chegou como um espaço que a gente preenche como quer, à vontade, Com todo tipo de amenidades, assim mesmo, sem cerimônias e de toda a sorte. Pois então, se aprochegue, de qualquer jeito, de qualquer cor, mas chegue.

Diz ele, o tal do Aurélio:
À Vontade. 1. Sem constrangimento; a cômodo; a bel prazer. 2. À larga; com fartura; sem peias.
Amenidades. Assuntos vagos, gerais, superficiais.